MORTE
Sinto o tempo a bater perto.
O Inverno chegará num pestanejar.
É grave, a vida despida.
Gravíssimo, a vida faminta.
Arrepiante, a vida em fuga.
Degradante, a vida doente.
Nefasta, a vida sem sorte.
É crime, a vida sem vida.
E quem assim se sustenta,
Fecha os olhos e consente,
Ou se dela se alimenta:
Como reflexão , este poema mostra-nos o ritmo alucinante em que vivemos que nos leva à morte prematuramente.Nao esperemos que ela venha antes de vir na verdade!
ResponderEliminarMuito obrigado pela leitura e comentário, estimada Anabela Carvalho!
EliminarLinda mensagem de amor e respeito 💞
ResponderEliminarMuito obrigado pela leitura e comentário!
EliminarUm abraço.