2026, SEM PRESSA
Não digo mal de um velho
Que andou na corda da vida
E que para mim é espelho
Do que quero viver ainda.
Fique o velho 2025,
Que até foi abençoado,
Limpo, o rosto de absinto
Sem preconceito de passado.
Que venha de manso, sem pressa,
Em voo de ave e de luz,
Pôr fim ao ódio depressa
Que ao abismo nos conduz.
José António de Carvalho, 01-janeiro-2026
Foto "Pinterest"
Sem comentários:
Enviar um comentário