O QUE ÉS PARA MIM
Não te faço na violência da tempestade,
Nem na suavidade da brisa marinha,
Nem na profundidade da Terra em fogo
Ou no calor do ouro líquido.
Não te faço na força da união de todas as forças,
Nem na mais leve das levezas,
Ou na mais vibrante suavidade dos sons,
Ou na mais geométrica das formas.
Simplesmente não te faço assim,
Porque só te faço como sei fazer:
Na forma em que te tenho dentro de mim.
E para mim isso é tudo:
Noite e dia, Vida...
Afago, felicidade e amor;
Muro, morte, explosão e dor.
E talvez não sejas nunca poesia.


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